De acordo com dados do Instituto de Meteorologia de Portugal, o sismo que foi sentido esta madrugada em toda a Península Ibérica registou 6,1 graus na escala de Richter (num total de 10), uma intensidade considerada média.
O epicentro deu-se no mar, a 30km de profundidade e a Oeste de Gibraltar, cerca de 185km a Oeste de Faro e 264km a Sudoeste de Lisboa. O primeiro abalo foi seguido de onze réplicas.
De acordo com o European-Mediterranean Seismological Centre (Centro Sismológico Euro-Mediterrânico) e do U.S. Geological Survey (USGS, o instituto de geologia norte-americano), o abalo deu-se exactamente às 01:37:47h e teve uma magnitude um pouco mais baixa do que a avaliada pelo Instituto de Meteorologia: 5,7 na escala de Richter.
Já o Instituto de Sismologia de Espanha avaliou em 6,3 na escala de Richter a intensidade do abalo sísmico.
Até às 03.47h, o site do Instituto de Meteorologia dava conta de oito réplicas do abalo, todas a Sudoeste do Cabo de São Vicente e com magnitudes entre os 2,3 e os 1,3 graus na escala de Richter.
Na sequência da ocorrência deste sismo a Sudoeste do Cabo de São Vicente, caracterizado com os seguintes elementos:
Morada (com descrição mais pormenorizada: freguesia, moradia, prédio, andar (piso), estrutura resistente em betão armado, tipo de paredes, situa-se no Centro Histórico, etc.)
Efeitos sentidos (móveis a tremer, candeeiros a balouçar, molduras caídas, etc.)
Efeitos visíveis (fissuras ou brechas nas casas, na rua, em muros, etc.)
Fotografias
Esta nossa formulação pretende verificar, catalogar, definir zonas onde os efeitos de um sismo possam ser mais prováveis. Aproveitado o facto do presente sismo ser o mais forte nos últimos 40 anos, não podemos deixar passar esta “oportunidade” de estudo.
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